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Cartilha traz diagnóstico e aponta diretrizes para uma política de segurança pública eficaz

01 de dezembro de 2025 às 17:02

segurança pública
A Fundação Perseu Abramo, centro de formação política e de produção de conhecimento do PT, lança durante o seminário “O PT e a segurança pública”, no Rio de Janeiro, uma versão atualizada da cartilha “Brasil seguro, família protegida – Subsídios para o debate de segurança pública”. A publicação, disponível no link https://fpabramo.org.br/wp-content/uploads/2025/11/cartilha-seguranca-publica-fpa-nov-25-2.pdf, foi organizada pelo Núcleo de Acompanhamento de Políticas Públicas (NAPP) de Segurança Pública da instituição e pelo setorial nacional de Segurança Pública do partido.
 

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Material organizado pela Fundação Perseu Abramo
e o setorial nacional de Segurança Pública do PT mostra ser possível adotar e implantar medidas concretas
de prevenção e de combate à violência
 
A busca por políticas públicas para reduzir a violência, combater o crime organizado e as facções, além de acabar com assaltos e furtos que tiram a paz das pessoas é uma preocupação constante do PT. Essa atenção pode ser verificada, de maneira concreta, nas políticas inovadoras implementadas nos municípios e estados governados pelo partido. Com base na conjuntura atual, fica evidente ser preciso cada vez mais ações baseadas em planejamento, inteligência, ciência e tecnologia para alcançar tanto os chefes de facções quanto os criminosos que atuam nos bairros e nas ruas das cidades. Assim, atingiremos toda a cadeia do crime organizado”, afirma o presidente da Fundação Perseu Abramo, Paulo Okamotto.
 
Para tanto, são citados exemplos como a operação Carbono Oculto, que desmontou a articulação do crime organizado em postos de gasolina e fintechs. A ação, ocorrida recentemente no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tornou-se a maior realizada no país, ao integrar oito estados: São Paulo, Espírito Santo, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Rio de Janeiro e Santa Catarina. 
 
Outro ponto importante é o resgate e o detalhamento das experiências exitosas das gestões petistas na implantação de uma política de segurança cidadã, democrática e universal. Nessa linha, o material retoma iniciativas formuladas pelo PT, como a proposta de emenda constitucional (PEC) da Segurança Pública e o projeto de lei (PL) Antifacção. Por sinal, as duas proposituras foram apresentadas pelo governo federal.
 
A publicação, que traça um amplo diagnóstico do cenário atual, apresenta seis eixos de atuação estruturantes e de urgência para a prevenção e o combate à violência. Neles constam a necessidade de reformas para se ter uma política de segurança pública que seja antirracista, cidadã e democrática; o uso da força e a coordenação das organizações policiais; ações de prevenção à violência voltadas à mediação de conflitos; o combate às drogas; o enfrentamento às organizações criminosas e a gestão do conhecimento e da informação; e a reformulação do sistema penal e penitenciário.
 
Ao apresentar propostas concretas de segurança, o objetivo é que a cartilha possa estabelecer um diálogo mais direto e melhor com a população, mostrando e convencendo as pessoas de que é possível se adotar medidas que sirvam para alcançarmos um Brasil realmente mais seguro e que possa proteger as famílias dos brasileiros”, aponta Paulo Okamotto.
 
Assimp Fundação Perseu Abramo