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“Feira de Barreirinhas” no mato e na lama. Até quando?
08/04/2017 as 10:08 h  Autor Editoria  Imprimir Imprimir

A conhecida “Feira de Barreirinhas” continua um caos. Descaso dos últimos administradores de Barreiras e das autoridades ambientais que existem em nosso município. O certo é que, nunca fizeram um projeto que, de fato, colocasse aquele local como digno para os feirantes e os consumidores. Quando chove, a lama invade todos os setores do espaço público, o que deveria ser abolido há tempos.

Se houvesse fiscalização concreta, esta hipótese seria descartada; mas não é o que vemos. Existem vários motivos para a população ficar indignada, principalmente a questão da lama e de falta de vagas de estacionamento para os veículos, como testemunham as pessoas que frequentam o local e presenciam tudo isso. Um dos testemunhos nos revela: “no último dia 26, fui comprar feijão verde e a lama invadia quase todos os estabelecimentos”, afirmou. Um cidadão goiano, que também comprara a leguminosa, comentou: “se fosse no Goiás, a Promotoria Pública já teria interditado este patrimônio público, que não oferece qualquer condição de higiene e limpeza, para cuidar da saúde da população. É um fato inadmissível”, concluiu a pessoa que não quis se identificar.


Obra inacabada e mal resolvida, deixada pelos ex-gestores, Antonio Henrique, Saulo Pedrosa e Jusmari Oliveira, que se eximiram da responsabilidade pública como administradores.

É normal vermos produtos perecíveis sendo expostos de qualquer maneira à poeira, esgoto a céu aberto, sem refrigeração, sem um mínimo de condições de armazenamento. Eu questiono: onde está a vigilância sanitária do município?

Por outro lado, existe a omissão dos próprios feirantes, que não se unem, como para fundar uma instituição de defesa de seus direitos e deveres, sendo uma entidade de classe, cooperativa ou algo similar. Quem paga é a população.

E o pior! O Ministério Público não reage; nem sabe o que os promotores estão fazendo para combater certas mazelas à população barreirense. Como prova disso, supostas irregularidades e de corrupção constatadas em serviços de reforma, ampliação e construção de algumas escolas de Barreiras na última gestão. As denúncias dão conta de que duas empresas teriam embolsado cerca de R$ 3,6 milhões por serviços não executados, superfaturamento e desvio de materiais como portas, telhas e luminárias, entre outros itens. Nesta época, o MP prometeu investigar com rigor; mas, até então, ninguém dá notícia de nada.

E como ficamos?!

Em contrapartida, recentemente o prefeito Zito Barbosa divulgou que “assim que as chuvas passarem daremos início a uma grande reestruturação da feira. Vamos reformar, pavimentar e cobrir. Isso trará maior conforto e comodidade a feirantes e consumidores”, concluiu.

Já passava da hora de o poder público tomar uma iniciativa definitiva em questão à feira de Barreirinhas. Que, na realidade fica na Vila Rica! Que esta reforma seja realmente bem executada.

Por Demetrius Macêdo
Repórter Intebairros

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